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A PAN foi sintetizada pela primeira vez em 1930 pelo Dr. Hans Fikentscher e o Dr. Claus Heuck em laboratórios de Ludwigshafen da empresa alemã IG Farben que requereu patente do seu método de polimerização intitulado “Verfahren zur Herstellung von Polymerisationsprodukten”.
No entanto, como a PAN se mostrou insolúvel na maioria dos solventes comuns, a substância foi considerada inutilizável.

Foi somente quando o químico Dr. Herbert Rein (1899-1955) da IG Farben de Bitterfeld descobriu em 1931 que a PAN, obtida de uma amostra quando visitava a fábrica Ludwigshafen, poderia ser dissolvida no líquido iônico cloreto de 1-benzilpiridinio (1-Benzylpyridinium chloride) e transformada em fibras.

Em 1942 este pesquisador descobriu que um solvente ainda melhor para a PAN era a dimetilformamida (DMF), o que permitiu desenvolver o processo de fiação para a produção de fibras e filmes.

Devido ao ataque das instalações da IG Farben durante a 2ª Guerra Mundial pelas forças aliadas e o declínio de sua produção, as pesquisas foram interrompidas e o processo não foi levado a uma escala industrial.

O inicio da produção da PAN em grande escala foi feita pela Du Pont em 1946 para produção das fibras “Orlon” que patenteou o processo conhecido com fiação úmida (wet spinning) .

Pouco tempo depois a empresa Bayer de Dormagen, que se originou da fragmentação do “trust” da IG Farben, patenteou outro processo de fiação da PAN conhecido como fiação seca (dry spinning) e se iniciou a produção das fibras “Dralon”.




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